FESTIVIDADES
 
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     BAILE DE MÁSCARAS: o primeiro baile de máscaras do Hotel Itália, foi realizado em 1.840, por incentivo dos próprios proprietários, italianos, empolgados com o sucesso dos grandes bailes de máscaras da Europa.

     De um lado a festa de rua, ao ar livre e popular, do outro o carnaval de salão, que agradava a classe média emergente do país.

     Dos salões, os bailes foram transferidos para os teatros.

     Somente por volta de 1.880, os bailes passaram a incluir a versão cantada, entoada pelos coros.

     Em 1.907, foi realizado o primeiro baile infantil, dando início às famosas matinês.

     As festas eram em casas de família, bailes ao ar livre, bailes infantis, e até mesmo bailes em circo.

     Em 1.909, surge o primeiro concurso, premiando a mais bela mulher, a fantasia mais bonita e a melhor dança.

     Os prêmios eram jóias valiosas e somente os homens podiam votar. O Carnaval crescia a cada ano que passava; enquanto que na Europa, já se notava a sua decadência.

     Muitos outros bailes de máscaras vieram com maior percussão; e também nos bailes públicos.

     Esses bailes eram animados por polcas, valsas, quadrilhas, cake walk, charleston, maxixe, etc. Esses ritmos eram executados apenas em versão instrumental.

 
     ZÉ PEREIRA: em 1.848, surgiu o Zé Pereira, segundo alguns autores, era um sapateiro português chamado José Nogueira de Azevedo Paredes; que durante o carnaval ia às ruas tocando um bumbo (surdo).

     Muitos dizem que os blocos de rua surgiram nessa época, pois o povo o acompanhava por onde ele passasse.

 
GRANDES SOCIEDADES: o desfile das grandes sociedades ocorreram pela primeira vez em 1.855; e o desfile de carros alegóricos teve seu início nesse mesmo ano. Essas sociedades desfilavam ao som de ópera com as alegorias, fantasias luxuosas, críticas e sátiras ao governo, e desafios compostos em versos (pufes) que uma sociedade lançava contra outra. Os temas eram os em evidência na época.
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     José de Alencar foi o pioneiro dos carros alegóricos, e um dos fundadores de uma sociedade denominada Sumidades Carnavalescas.
 
     CORDÕES CARNAVALESCOS: surgiu por volta de 1.870, era mais uma variedade do carnaval de rua; ainda dominado pelo entrudo e pelos Zé Pereiras.

     Os Cordões eram formados por negros, negras e brancos de origem humilde e o som ficava por conta dos instrumentos de percussão com influência dos rituais religiosos africanos.

     Na frente dos cordões vinham os enormes estandartes com seus porta estandartes.

     A primeira música composta para o carnaval, mais precisamente para o Cordão Rosa de Ouro, foi a marchinha Ô Abre Alas (1.899), da autoria de Chiquinha Gonzaga.

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     RANCHOS CARNAVALESCOS: surgiram em meados de 1.890. Se apresentavam com fantasias luxuosas e criativas.

     Tinham abre alas, comissão de frente, figurantes, alegorias, mestre de manobra, mestre-sala, e porta-estandarte.

     As músicas contavam com 3 peças: marcha-rancho, marcha-de-passeio e um samba-rancho.

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     CORSO CARNAVALESCO: surgiu pela primeira vez no dia 01/02/1907, quando as filhas do presidente Afonso Pena, acompanhadas pelo secretário da presidência, passaram de carro pela Avenida Central e pararam em frente ao Edifício da Comissão Fiscal das Obras do Porto, onde a família presidencial assistia o carnaval.

     Todos que possuíam carro, adotaram também desfilar na avenida; jogando entre si confetes, serpentinas e lança-perfume.

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     BLOCOS CARNAVALESCOS: com o desaparecimento gradual dos cordões, e pessoas que não aderiram aos ranchos carnavalescos se juntaram a conjuntos mais simples, não dramatizados, sem fantasias luxuosas e sem alegorias. Eram blocos carnavalescos, que logo se tornaram estruturas mais fechadas, influenciados pela cultura negra e mais tarde tornaram-se escolas de samba como por exemplo O Vai como Pode deu origem à Portela; Os Arengueiros à Mangueira, etc.
 
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     ESCOLA DE SAMBA: a primeira escola do Rio de Janeiro foi fundada no dia 12/06/1928 com o nome de A Deixa Falar; seguida de Estação Primeira de Mangueira; Unidos da Tijuca; etc.

     Com o número de escolas resolveram fazer uma disputa entre elas, com incentivo de Mário Filho, em 1.932, criou o primeiro desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro; realizado na Praça Onze. Foi tanto sucesso que no próximo ano passou a fazer parte do programa oficial do carnaval carioca.

     Em 1.962, o desfile passou a ser realizado na Avenida Rio Branco. Em 1.963, foi transferido para a Avenida Presidente Vargas. Em 1.984, o desfile passou a ser na Passarela do Samba (Sambódromo).

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