PACIÊNCIA
 
PACIÊNCIA
 
 
Ah, tem paciência com meu coração
Há tanto de novo, no tanto de antigo em mim.
Olha, não quero falar das minhas carências,
Quero ser carente.
Ter ilusão sim, e daí?
Sinto a sua falta
E, as vezes, preciso de sua voz,
E da umidade de seus beijos.
Ai, que silêncio!
Imagens e sons me vêm à mente,
Mas morrem no caminho
Como um grito que rompe a multidão.

Cláudia Bloise
 

 

 
 
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